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Actualidad del Medio Ambiente - Cambio climático

V Seminario Internacional CEPAL sobre la Huella de Carbono

Huella ambiental./@stock.xchng


El quinto Seminario Internacional sobre la Huella de Carbono "Prácticas públicas y privadas para reducir las huellas ambientales en el comercio internacional" se celebrará los días 13 y 14 de junio de 2013 en la Sede de la CEPAL en Santiago de Chile.

Este seminario reunirá a distinguidos participantes, incluyendo formuladores de políticas, analistas y representantes del sector empresarial de América Latina y Europa. Dada la amplia trayectoria y experiencia de este grupo, el evento proveerá una oportunidad para ampliar nuestros conocimientos, tanto de los estándares de sustentabilidad ambientales en los países industrializados, como de las prácticas que están implementando algunos gobiernos y empresas del sector agroexportador para calcular y mitigar sus huellas ambientales.

Asimismo, el seminario ahondará en las políticas públicas sobre la huella ambiental, su presencia en el comercio internacional y las principales prácticas empresariales para su mitigación. Numerosos responsables del desarrollo de políticas climáticas, analistas y representantes del sector empresarial de América Latina y Europa se darán cita en este evento internacional.

Kepa Solaun, socio-director de Factor CO2, participará como ponente en el evento, presentando el Proyecto CO2me. Impulsado por Factor CO2 y Ecodes, el proyecto nace con el objetivo de crear una red de conocimiento y abordar las implicaciones estratégicas de la huella de carbono y la compensación de emisiones en el sector agroalimentario español. Esta iniciativa cuenta también con la participación de la Oficina Española de Cambio Climático (OECC), así como de otras administraciones públicas y numerosas empresas del sector agroalimentario.

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Meirelles reclama com amoigs da agressividade e falta de educae7e3o de Lula e este1 louco para sair do BC. Por Jorge Serre3oO presidente Henrique Meirelles voltou a manifestar a amoigs dele a vontade de deixar o Banco Central. Sf3 que Meirelles sabe que ne3o pode fazer isso no momento, porque agravaria a crise de confiane7a. O desgaste de Meirelles chega ao limite por causa de bate-bocas com o chefe3o Lula da Silva. Na quinta-feira, Meirelles ficou injuriado pelo jeito agressivo e deseducado com que Lula o tratou numa reunie3o. Lula cobra milagres que Meirelles ne3o pode produzir como ledder da autoridade monete1ria.O troco de Meirelles em Lula veio publicamente, mas fora do Paeds, onde ele reina em prestedgio. Em palestra a investidores nos EUA, o presidente Henrique Meirelles mandou ontem um recadinho para Lula. Meirelles afirmou que e9 preciso parar com as "piadas" a respeito da crise global. Meirelles foi claro: "c9 uma situae7e3o muito se9ria". Meirelles sabe que a crise, antes restrita a atividades financeiras, atingiu a economia real. O discurso irreal de Lula deixa Meirelles irritado.Meirelles voltou a alegar que o Brasil este1 em situae7e3o favore1vel e, com outros emergentes, tem sido um "estabilizador". O presidente tambe9m defendeu as medidas oficiais contra a crise. Acontece que, na contrame3o do discurso dele, a intensificae7e3o das intervene7f5es do Banco Central no mercado de ce2mbio foi insuficiente para deter a alta do df3lar, que subiu 0,95% para R$ 2,327. Ontem, o BC interveio quatro vezes no mercado de ce2mbio e usou US$ 2,8 bilhf5es para baixar a cotae7e3o da moeda norte-americana. Na semana, o df3lar se valorizou 9,76%. No ano, a valorizae7e3o e9 de 30%As empresas brasileiras podem perder ate9 US$ 10 bilhf5es com derivativos cambiais, devido e0 desvalorizae7e3o do real em relae7e3o ao df3lar. A previse3o representa um prejuedzo de 23% sobre cerca de US$ 44 bilhf5es aplicados em derivativos cambiais pelas empresas nacionais. A assustadora previse3o e9 do economista-chefe do Banco Itafa Holding Financeira, Tome1s Me1laga. Mas o ex-diretor do Banco Central (BC) Paulo Vieira da Cunha prevea que os prejuedzos potenciais com esses contratos de derivativos cambiais poderiam totalizar US$ 27 bilhf5es.As empresas informaram perdas cambiais de mais de R$ 5 bilhf5es (US$ 2,19 bilhf5es) desde o inedcio da queda da moeda brasileira. Foram muito afetadas a Aracruz Celulose, produtora de celulose, e0 Sadia, companhia de processamento de carne de aves, ale9m do grupo Votorantim. Ontem, o chefe3o Lula da Silva batraqueou que o governo ne3o vai socorrer empresas que registraram perdas nos mercados de derivativos. Mas o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, ponderou que a instituie7e3o pode socorrer empresas exportadoras que tiveram problemas com derivativos cambiais.Ainda na contrame3o do discurso de Lula, sere1 lane7ada uma linha de financiamento de capital de giro para as construtoras, que vai comee7ar com R$ 3 bilhf5es e pode ser ampliada. O governo pensa em utilizar recursos do Tesouro Nacional, que repassaria o dinheiro ao BNDES e e0 Caixa Econf4mica Federal. Se o dinheiro pfablico ne3o vier, as grandes construtoras podem ter problemas de caixa com a escassez de cre9dito e correm o risco de ne3o entregar empreendimentos aos mutue1rios

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